sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Feliz Natal e um Próspero ano Novo

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Americanos pressionam pelo direito de portar facas


Americanos pressionam pelo direito de portar facas
Suavização de leis que regulamentam porte no Arizona resulta em debate entre juristas nos Estados Unidos

The New York Times | 09/12/2010 08:02


Compartilhar: Tweet Facebook

O Arizona costumava ser um verdadeiro pesadelo para quem portava ou colecionava facas, com um emaranhado de leis locais que forçavam aqueles inclinados a usar facas ou outros objetos pontiagudos no cinto a caminhar com cuidado ao seguir de Phoenix (onde é proibido o uso de facas, exceto canivetes) para Tempe (onde se proíbe o uso de facas em geral) e Tucson (proibido o uso de facas nas bibliotecas).

Mas isso mudou no início deste ano, quando o Arizona unificou sua lei que regulamenta o uso de facas. E agora, por causa das restrições locais, o Arizona é agora considerado o lugar dos sonhos para um portador de facas, onde tudo é permitido - de uma espada samurai a um canivete.

Foto: The New York Times

Facas ilegais, presas em lojas em Nova York

A transformação do Arizona e o recente fim da proibição de canivetes, estiletes e adagas em New Hampshire deu nova vida ao lobby dos direitos dos portadores de facas, o primo pouco conhecido do politicamente mais potente movimento pelos direitos dos portadores de armas. Sua visão é uma América que aceite o uso das facas e onde as lâminas não sejam vistas como algo ameaçador, mas como ferramentas – o equivalente a uma chave de fenda afiada – que servem a propósitos úteis e podem salvar vidas, tanto quanto tirá-las.

Claro, brigas e ataques de faca são uma preocupação. Nenhum aficionado por facas negaria isso. Na verdade, Todd Rathner, o lobista dos direitos dos portadores de facas, um grupo de defesa baseado no Arizona que está agora em seu terceiro ano, foi assaltado duas vezes em Nova York antes de se mudar para Tucson, uma vez - "ironicamente", disse ele – sob a mira de uma faca.

Mas o problema é o portador da faca e não a faca em si, diz o grupo, algo que soa muito parecido com aqueles que defendem os direitos do porte de armas de fogo.

Entusiastas

Na verdade, os defensores do porte de facas alegam que a Segunda Emenda aplica-se às facas tanto quanto às armas de fogo. Eles concentram seus argumentos em outros lugares, porém, enfatizando que as facas têm muitos papéis benéficos, do corte do peru de Ação de Graças ao fato de que elas não merecem a má fama que muitas vezes têm.

Mas em grande parte do país, especialmente em áreas urbanas, as facas ainda são vistas como armas que precisam ser controladas.

O promotor Cyrus R. Vance Jr., de Manhattan, anunciou em junho que seu escritório havia pressionado lojas que estavam vendendo facas ilegalmente para removê-las de suas prateleiras, abrir mão dos lucros das facas conseguidos ao longo dos últimos quatro anos e ajudar a financiar uma campanha para educar as pessoas sobre o seu uso. "O que torna essas facas tão perigosa é a facilidade com que podem ser escondidas e brandidas", alertou Vance.

*Por Marc Lacey

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Entrevista com o MasGuro Paulo Albuquerque no blog KaliRio


Entrevista com o MasGuro Paulo Albuquerque
Posted by Kali Rio on 07:23

Fonte: http://kali-rio.blogspot.com/2010/11/entrevista-com-o-masguro-paulo.html

Tão importante quanto entender e conhecer o FMA (Arnis, Kali e Escrima), é conhecer as pessoas que trabalham para que essa modalidade de arte marcial cresça em nosso país. Para tal, passaremos a publicar periodicamente, entrevistas com grandes mestres e praticantes de diversos cantos do Brasil. Para inaugurar nosso espaço (que poderá ser acessado pelo link no menu acima) convidamos o mestre Paulo Albuquerque, do Kali Silat Brasil, para uma entrevista.
Aqueles que acompanham o nosso blog, já devem conhecer o MasGuro Paulo Albuquerque, fundador de Kali Silat Brasil. Mestre Paulo foi discípulo do Tuhon Greg Alland, fundador do Kali Silat Sina Tirsia Wali. Com uma longa experiência nas artes marciais, mestre Paulo hoje colhe os louros no comando de sua organização.
P.: Olá mestre Paulo! Muito obrigado por conceder essa entrevista para o nosso blog. Bem, acho que antes de tudo, você poderia contar como foi seu primeiro contato com as Artes Marciais?
Em casa, aos 5 anos. Meu pai foi bi-campeão carioca de boxe amador nos “Jogos universitários”, e sempre treinava comigo, eu tinha uma luva e tudo. Mas em academias, etc aos 8, com Jiu-jitsu, diretamente com o Mestre Francisco Mansur “Chico”. Mas se você levar em consideração armas de fogo, sempre tivemos armas em casa, e aprendi a respeitá-las desde cedo. Meu avô foq secretários de segurança, e ambos eram praticantes de tiro. Meu avô era campeão na modalidade, e foi assassinado com um tiro na cabeça, covardemente. Era jornalista. Nos anos 49/50 a política no norte do pais era assim.
P.: E seu contato com as Artes Marciais das Filipinas?
Aos 18. Eu fazia Kung Fu há 6 anos. O Mestre Greg Alland estava no Brasil, de passagem pela primeira vez, através de um convite do Luis Bonfá, que era brasileiro, mas se formou como instrutor com ele em Nova York. O Greg deu uma demonstração na academia JOP. Isso foi em 1986. Como o Luis nunca deu aula em academias, mas apenas particulares, e foi ate parte do currículo, fui o primeiro a trazer o Kali para o Brasil.
P.: Como foi sua aproximação com o mestre Greg Alland?
Nos primeiros dias que ele passou aqui, muita gente queis fazer aulas particulares com ele. Mas comparado as demais artes marciais, a coordenação exigida no Kali, é complexa, e isso criou uma dificuldade para muitos. E a turma foi reduzindo rapidamente até ter apenas quatro: eu, o Luis, Wander e Marcos Vinicius Monteiro Neves. Depois apenas eu, o fanático. O que teoricamente teria sido uma pena, mas pelo menos para mim foi ótimo. Aulas particulares com o Senhor Paul Greg Alland.
P.: Como surgiu o Kali Silat Brasil?
O Kali Silat Brasil é Sina Tirsia Wali, a escola do Tuhon Greg, que ele fundou junto a outros mestres. No Inicio, em 1986, eu treinava Pekiti-Tirsia Arnis de Mano. Depois em 91 treinei Doce Pares, Pangasinan, Lankha empat - mas ai eu ja morava nos EUA. Sempre treinei com o Greg, mas cheguei a fazer poucas aulas com outras pessoas, de outras escolas (Pangasinan), e nunca, mas nunca era a mesma coisa. Greg sempre foi uma pessoa amiga, bom conselheiro, e fácil de lidar. E que levava o Kali a sério - não era o padrão “MacDojo”, bem comum nos EUA. Infelizmente o brasileiro tem o péssimo hábito de copiar os hábitos ruins de alguns paises estrangeiros, sem copiar o que é bom. E por isso, já existem os “McDojos” aqui no Brasil também. Existem diversas artes marciais que dão cursos de formação de faixa-preta em 1 semana, e até um que dá a preta em cursos de 48 horas. Nunca vou dar uma faixa-preta a nenhum aluno que não mereça, e nem em cursos de 1 mês. Isso é ridículo.
P.: Hoje no Kali Silat Brasil há uma graduação em faixas, e após a faixa preta há as especializações. Como surgiu a idéia de organizar a escola dessa maneira?
Para eu realmente terminar os estudos da escola toda, todas as armas e possibilidades, eu levei 25 anos - na verdade, estudei com o Tuhon muito mais que o Sina Tirsia Wali. Como disse, estudei diversas escolas com ele. Nas Filipinas é comum se treinar diversas escolas. Existem cursos de até uma semana para aprender os rudimentos do Kali. Talvez tivesse levado menos tempo do que estes 25 anos se eu continuasse nos EUA, treinando com o Greg sempre. Mas infelizmente o Kali nunca foi uma luta organizada, e isso atrapalha muito o crescimento - mas estou lutando para mudar este quadro. Funcei uma federação de Kali, e com a autorização do Tuhon Greg, criei as graduações apenas separando a matéria pelas faixas. Levei algum tempo balanceando isso. A idéia das especializações foi para dar chance do aluno ter o que ele quer. O Kali Silat Brasil é Sina Tirsia Wali, 100%. No entanto, existem no currículo algumas coisas que o Tuhon não ensina mais, que eu preferi manter e ele autorizou.
P.: Hoje em dia o Kali Silat Brasil conta com instrutores certificados em diversas cidades espalhadas pelo Brasil, além disso, a escola vem conseguido trazer de maneira periódica grandes mestres como o próprio Greg Alland, Dennis O´Campo e Jerry Jacobs. Você considera isso um sucesso para escola? A que você atribui esse sucesso?
Paradoxalmente eu atribuo o sucesso do Kali ao Kombato, sistema que levei 11 anos para desenvolver, e continuo trabalhando em cima. Eu dou aula de Kali desde 1996. Mas aqui no Brasil, as pessoas não têm tradição nem interesse pelas armas. É só ver que existem poucos praticantes de esgrima, Kendô, Kobudô. Mas veja, por exemplo, Jiu-jitsu: uma academia em cada esquina. Em 1999, quando o Kombato foi para as academias, 3 anos depois, logo de inicio eu tive muitos alunos, e pude mostrar como é bacana trabalhar com armas. Armas te dão uma excelente noção de distância, movimentação, coordenação. A partir dai o interesse das pessoas aumentou, e pude tornar o Kali viável também.
P.: Você poderia comentar um pouco sobre seu último lançamento, Kali Silat Sina Tirsia Wali Volume 1, pelo Clube dos Autores?
É o meu segundo livro, porém o primeiro de Kali. A idéia por trás deste livro é auxiliar os iniciantes. É a matéria da faixa-branca. Ninguém aprende mesmo por livros, só os muito bobos creem nisso, eu publiquei este volume para poder divulgar o Kali e ajudar os alunos, solidificando a organização do estilo.
P.: Quais são as próximas metas, suas e da escola?
Aumentar a quantidade de torneios de Kali, solidificar as regras que desenvolvi que são bem mais reais que as demais, permitindo que o Kali seja um esporte inteligente de competição. Ter torneios de faca, dois bastões etc. Futuramente torneios de Panggamut e Silat.
P.: Cada vez mais vemos pessoas comuns se engajando na pratica das artes marciais, buscando maior confiança em habilidade para se defenderem no mundo atual. Como você vê as Artes Marciais Filipinas nesse contexto?
As artes marciais atualmente não são auto-defesa. Nem eu nem a grande maioria dos autores de segurança considera o uso de artes marciais tradicionais como defesa. O cidadão comum confunde muito as coisas. O Kali é uma arte marcial muito, mas muito bacana, a única que continuo praticando até hoje depois que fundei o Kombato. Vou praticar Kali até o fim dos meus dias. E meu filho provavelmente também. Mas Kali não é para defesa pessoal. Usar o Kali para isso é falta de entendimento do que o Kali é, e das leis do país. Além disso, o fato do Kali ser algo antigo não garante que ele funcione para os dias atuais. De outra forma, não estaríamos usando internet hoje, mas sinais de fumaça. A maioria das artes marciais hoje se tornou esporte justamente para poder manter as técnicas vivas, e a tradição. Meu mestre concorda comigo, o que é fundamental!
P.: Por fim, gostaria que você nos desse a sua opinião sobre o blog e mandasse uma mensagem para os nossos leitores.
Eu fiquei surpreso, admito quando vi este blog. Mostra que as pessoas tem se interessado muito pelo Kali. E isso é maravilhoso. Um novo caminho está surgindo.

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

As Artes Marciais Filipinas, facíl ou não?

Bem muitas pessoas acham que kali é fácil de se aprender, verdade, mas a proporção é de cada 10 pessoas 1 acha fácil, meu caso, não pratico para aprender mais, mais, mais e mais. Pratico para aprender para vida!
Tem pessoas que tem facilidade, e copiam meus vídeos, vídeos da tribo e etc. mas não entendem o porque?! No caso para que serve a técnica, e quando mais obvio a técnica é, mais para o caminho do erro, o leigo , até mesmo um praticante, pode ser levado.
Depois de um certo tempo, no meu caso 11 anos de treinos duros, algumas coisas parecem ''fácil'' digo parecem, pq não são.

Mabuhay

Tuhon Felix Cortes - Training in all Ranges of Combat

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Fotos do primeiro Torneio de artes marciais Geração Careta

Agradecimento aos Kombatentes que foram prestigiar o torneio, aos Mestres Ricardo Arona e Baioneta pela arbitragem, o Delegado Wallace da PF que fez bem o trabalho de arbitro central e todos os presentes no evento.

Somando Forças com a Governo Federal pelo apoio, obrigado Alexandre Felipe.















Projeto Geração Careta


Projeto Geração Careta
Postado por Cristiano Martins em junho 23, 2010 0 Comentário

O Projeto Geração Careta é uma iniciativa dos policiais federais Sandro Araujo e Alexandre Agra, com o mestre de artes marciais Richard Clarke e consiste em palestras de prevenção ao uso de drogas e iniciação esportiva baseada no ensino de artes marciais.

Ocorre às 3ª feiras no CIEP 130 em Itaboraí, onde contam com 102 alunos, e às 5ª feiras no complexo esportivo do Caio Martins, em Niterói, onde 80 crianças e adolescentes praticam as lutas.
No dia 17 de Junho, o Projeto recebeu as visitas do lutador Rogério Minotouro e do Mestre Baioneta, levando forte emoção aos alunos, que tiveram a oportunidade de ter a aula daquele dia ministrada pelo lutador do UFC.
Importância maior teve a grande demonstração de humildade dos lutadores,que atenderam as crianças durante longo tempo, com extremo bom humor e satisfação.

http://psicoticosporvaletudo.com.br/projeto-geracao-careta%E2%80%8F/

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

kali e kombato do DF dias 16 e 17 de outubro

O kali e kombato do DF, sempre no intuito de aprimorar e intensificar o aprendizado dos seus alunos e neófitos interessados nestas excelentes modalidades, tem o prazer e a honra de convidá-los para mais um modelo de aprendizado disponível a partir do final de semana de 16 e 17/10/2010.

Serão dois seminários, um no sábado e um no domingo, com nosso ilustre Professor Richard Clarke de Niterói-RJ.

Os valores dos seminários são:
1 seminário por R$ 150,00.
2 seminários por R$ 225,00.

Local:EGP, Setor Hípico Sul.

Não perca mais esta oportunidade, garanta sua vaga!
Inscrições antecipadas até o dia 13/10/2010.

Obs:Lembrando aos alunos regulares que poderão agendar exame de graduação. Os valores podem ser consultados comigo.

Atte,
Alberto Guerra
Lakan guru de Kali Silat
Organizador responsável pelos cursos de Kombato e Kali Silat no DF
Professor de Kombato 3 º Grau preto
Guru Lakan Tatlo Hagdan de kali Silat (Prof. faixa preta ) 3 º grau.

Coordenador Geral Kombato e Kali Silat
Coordenador de Artes Marciais do projeto Geração Careta

Prof. Da Policia Federal
Prof. Da Guarda Municipal de Niterói
Academia Power Gym
Academia Marzullo

Cel: 2181187921
www.kombato.org
www.kalisilat.com.br
http://kalisilat.org/instructors.html
http://braziliankaliman.blogspot.com/
http://geracaocareta.blogspot.com/
http://geracaocareta.ning.com/

Movie Trailer Voices of the Masters

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

chave de dedos pelas costas

armas improvisadas 6 chave de fenda

CURSO DE TONFA

CURSO DE TONFA

outubro



TÉCNICA E PRÁTICA deste excelente bastão em L usado para autodefesa, por militares, seguranças e por policiais; o curso inclui as técnicas Filipinas

- dia: 17 de outubro (domingo)

- público: todos, inclusive agentes de segurança, policiais e militares

- hora: 11h

- ministrante: Paulo Albuquerque; idealizador do sistema Kombato e Mestre em Kali-Silat

- valor: R$100,00 para kombatentes regulares e R$140,00 (outros)

- local: CÍRCULO MILITAR, Av. Raja Gabaglia, 350 Cidade Jardim - BH

- nota:quem não tem a TONFA entre em contato

- a tarde após 15h : aulas particulares agendadas com o o MasGuro (MESTRE) Paulo Albuquerque - KALI
local: CÍRCULO MILITAR, Av. Raja Gabaglia, 350 Cidade Jardim - BH

obs.: verifique a disponibilidade de horários e valores para aulas particulares com o Mestre Paulo Albuquerque


Professor Alberto Guerra (31) 8772-1399 alberto.kombato@gmail.com
Coordenador do KOMBATO e do KALI-SILAT em Minas Gerais

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

domingo, 26 de setembro de 2010

armas improvisadas 5 chaveiro

Dia 7 de Novembro, das 0900 as 1400

Dia 7 de Novembro, das 0900 as 1400

- Ataques básicos
- Movimentações básicas
- Formas de segurar a faca
- Exposição de diversas facas
- Como escolher uma faca
- Tipologia das facas

Academia Jorge Lyno Danças de Salão
Rua Dias da Cruz 752
(21) 3276-0995 / 7850-2693

Inscrição R$ 100,00, certificado pedido com antecedência. Valor R$ 10,00

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Lista dos Feixas pretas da Kali Silat Brasil

Paulo Albuquerque - Oitavo Hagdan
Richard David Clarke Junior - Terceiro Hagdan - Especializado em Panggamut e Dumog
Erick Braga Ferrão Galante - Segundo Hagdan - Especializado em Double Baston e duas armas
Felipe Hermanny - Primeiro Hagdan - Sem especialização
Vitor Martins Mattoso - Primeiro Hagdan - Sem especialização
André Pinho - Primeiro Hagdan - Se especializando em Panggamut
Daniel Villela - Primeiro Hagdan - Se especializando em Silat
Alberto Daniel - Primeiro Hagdan - Sem especialização
Marcus Salgado - Primeiro Hagdan
Leonardo Rozental - Primeiro Hagdan - Sem especialização
Eduardo Garcia - Primeiro Hagdan - Sem especialização
Tales Vasconcelos - Primeiro Hagdan - Sem especialização
Marcos Souza - Primeiro Hagdan - Sem especialização
Angel Moreno Garrido - Primeiro Hagdan - Se especializando em armas curtas
Rodrigo Gouki - Primeiro Hagdan - Sem especialização
Leandro Bazaglia - Primeiro Hagdan - Sem especialização
Juliano Costa Primeiro Hagdan - Sem especialização

Totalizando 17 faixas-pretas no Brasil, desde 1987.

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

SITE WORLD KALI SILAT SOCIETY ATUALIZADO

http://www.kalisilat.org/

WELCOME TO SINA TIRSIA WALI
* * * * * * * * * *
HERE IS THE REAL STORY OF
SINA-TIRSIA-WALI, THE BRAIN STORM OF GRAND MASTER ALLAND
IN COLABRATION WITH TUHON LEO GAJE, JR. IN 1989. NOTE TOO THAT
THE EXACT SYSTEM OF PEKITI TIRSIA OR PEKITI-TIRSIA* IS ONE AND THE SAME!

MY TESTIMONY OF PEKIT TIRSIA, WHICH IS NOW ALSO KNOWN AS PEKITI - TIRSIA
OF WHICH I AM THE ONLY ORIGINAL INSTRUCTOR OF STW SYSTEM NEXT TO MASTER GAJE, JR.

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Relacionamento entre o boxe inglês e o boxe filipino (panantukan)

Relacionamento entre o boxe inglês e o boxe filipino (panantukan).
Insistimos na denominação boxe inglês porque a mesma indica a origem do chamado boxe moderno e porque existiram e existem inúmeros outros tipos de boxe, praticados em várias partes do mundo. Desses outros inúmeros tipos de boxe, três tiveram um relacionamento de confronto ou influência com o boxe inglês: o boxe italiano tradicional, o boxe francês e o boxe filipino. Nesta matéria, abordaremos o relacionamento boxe inglês x boxe filipino.

-- As artes de combate filipinas:
A maioria delas envolvem o uso de faca, uma arma que era de uso comum por todos os filipinos. Contudo, duas dessas artes não envolvem armas e têm semelhança com o boxe:
- yawyan: luta parecida com o boxe tailandês (muay thai);
- panantukan (ou boxe filipino): luta parecida com o boxe inglês mas, além de envolver socos, usa joelhos, ombros, cotovelos, cabeçadas, golpes baixos etc. Em vez de bloquear socos, prefere-se o parry (desvio de golpes), pois o adversário (numa briga de rua) pode ter uma faca escondida na mão.

Precisamos enfatizar que nas Filipinas dos dias de hoje, além do yawyan e do panantukan, também se pratica o boxe inglês. Assim, no que se segue, para tornar bem claro quando estamos falando no boxe inglês e quando falamos no boxe filipino, usaremos apenas a denominação original, panantukan, para este último.


-- A introdução do boxe inglês nas Filipinas:
Em 1898, os USA declararam guerra à Espanha e ocuparam as colônias que essa tinha nas Filipinas. Foram intensas as lutas de resistência por parte da população nativa, o que resultou na morte de cerca de 4000 soldados estadunidenses. Somente em 1902 Roosevelt pode declarar a vitória dos USA. A ocupação militar americana durou até 1913, e uma das primeiras preocupações dos comandantes militares vitoriosos foi fazer uma integração entre seus soldados e marinheiros com a população nativa.

Uma das soluções achadas foi o boxe. Os estadunidenses gastaram 200 000 dólares (um bom dinheiro, na época) para a construção de um ginásio da YMCA (ou ACM, como dizemos no Brasil) em Manilla, que iniciou a promover eventos com lutas de boxe inglês a partir de 1 904. Se os filipinos já podiam ver lutas de boxe, também passaram a ter a oportunidade de serem treinados no boxe inglês quando, a partir de 1 902, a Frota Americana passou a substituir seus cozinheiros e camareiros japoneses por filipinos.

Os eventos do ginásio da YMCA e os que ocorriam nos navios envolviam lutas apenas entre estadunidenses (era proibido militares lutarem com civís), o ingresso era grátis e proibiam-se apostas. Logo promotores viram que seria um bom negócio burlar todas essas regras, e iniciaram a promover eventos clandestinos de boxe em Manila e perto das bases do exército e da marinha americana. As lutas desses eventos envolviam soldados e marinheiros estadunidenses, bom como australianos e filipinos. Logo, tornaram-se comuns eventos com público de mais de 5 000 pessoas.

Em 1 909, três empresários americanos abriram o Ginásio Olympia de Manila, no qual ocorriam eventos de boxe nas quartas-feiras e nos sábados, sendo que o das quartas dava oportunidade para amadores e para profissionais novatos filipinos.

Em 1 921, já há muito terminada a ocupação militar dos USA, o governo filipino legalizou o boxe inglês. Por essa época o boxe inglês praticado por filipinos já tinha expressão internacional. O primeiro filipino a chegar a campeão mundial foi Francisco "Pancho Villa" Guilledo (1 925), um dos melhores pesos mosca de todos os tempos.

-- O boxe inglês originou o panantukan:
No período da ocupação militar americana, se muitos filipinos passaram a gostar e praticar o boxe inglês, outros procuraram fazer uma adaptação deste com as tradicionais técnicas filipinas de combate com faca. O resultado foi o panantukan.

Um dos resultados dessa adaptação foi um aperfeiçoamento da guarda, que passou a manter o tronco mais erecto que a guarda tradicional do boxe inglês. Ainda influenciados pelo uso da faca, introduziram um jogo de pernas bem mais rápido. Para dar um sabor ainda mais filipino, também acrescentaram ao boxe inglês o uso dos joelhos, ombros, cotovelos, cabeçadas, golpes baixos etc, como já tínhamos apontado.

-- As artes de combate filipinas influenciaram o boxe inglês:
Esta influência se deu principalmente na guarda. Até cerca de 1900, a guarda mais comum era a guarda inglesa clássica: braços à frente, nós dos dedos da mão voltados para baixo e tronco inclinado para trás. Como não podia deixar de ser, essa também era a guarda dos boxeadores estadunidenses.

A partir da ocupação militar americana nas Filipinas, passamos a ver os estadunidenses adotarem a guarda moderna, também chamada de guarda americana. Para esta mudança são dadas duas explicações:

* praticantes do panantukan da velha guarda, como o famoso Manong Dan Inosanto, contam que durante a ocupação militar soldados e marinheiros estadunidenses viram espetáculos de lutas filipinas, e ficaram entusiasmados com a guarda vertical, velocidade dos socos e jogo de pernas dos lutadores de panantukan. Imediatamente se puseram a adapatá-las ao boxe inglês.
* outros dizem que nos confrontos militares mano-a-mano, os estadunidenses viram que sua guarda favorecia que os filipinos lhes golpeassem com a faca os punhos e mãos; isso teria levado ao abandono da guarda inglêsa no boxe.



Referências.

- Joseph Svinth: The Origins of Philippines Boxing, 1899-1929.
Journal of Combative Sport, July 2001.
- Krishna Godhania: Western Boxing vs Filipino Boxing, two similar but distinct arts?
site na Internet = Warriors Eskrima, 2009.

5 Guntings Defensor Method

sábado, 19 de junho de 2010

Entrevista do Geração Careta na Radio Tupi Audio

Projeto Geração Careta afasta adolescentes das drogas através do esporte

Cerca de 62% dos adolescentes consomem bebida alcoólica em todo o país, segundo estudos das Secretarias Nacional Anti-Drogas e de Segurança Pública. A partir desse número alarmante, a Polícia Federal de Niterói iniciou uma série de palestras em escolas públicas e privadas da região, na tentativa de conscientizar os alunos da necessidade de prevenção ao álcool. “Era uma abordagem diferente porque às vezes tínhamos que fazer outras operações em seguida e chegávamos na escola armados e com coletes. A molecada adorava, mas optamos por uma forma mais didática para atingi-los”, diz Sandro Araújo, agente da Polícia Federal e um dos idealizadores – ao lado de Alexandre Agra, escrivão da PF – do Projeto Geração Careta. Focado na prevenção principalmente de drogas lícitas – especialmente o álcool, dado o grande alcance entre os adolescentes, o Geração Careta hoje tem sede no Estádio Caio Martins, em Niterói e, através da prática esportiva, acolhe crianças e adolescentes da região e os mantém afastados do uso cada vez mais disseminado pelo país. Para solicitar palestras em sua escola ou se informar sobre inscrições nas atividades do Projeto, há o site www.geracaocareta.ning.com ou o telefone da Polícia Federal de Niterói, 2613-8830. No áudio abaixo, você confere trechos da participação dos responsáveis pelo Projeto Geração Careta no Programa Luiz Ribeiro.
Escute a entrevista
http://www.tupi.am/popOuvir.aspx?idAudio=9816

Kali Silat Brasil

Loading...

Para enteder melhor o kaliman

" Seremos um circulo,sem início nem fim,respeitaremos todas as artes e ciências, praticaremos todos para aprender a nossa arte, por meio do corpo e da mente , atingiremos a alma; esta é a nossa arte : Kali Silat sina tirsia walli "

"Eu prometo para o criador no céu e meu instrutor na terra que vou dar valor ao conhecimento recebido, e escrever o ensinamento em meu coração.."


"Eu me curvo diante você por respeito, não por submissão.

Eu estendo a ti a mão de amizade, pois eu prefiro isso a mão da guerra.

Eu treino para ser um guerreiro com sabedoria."

"Eu estou preparado para combater você.

Mesmo sabendo que sua habilidade por ser maior do que a minha.

Não temo que meu corpo físico caia morto à sua frente.

Pois meu espírito se levantará novamente.

Ele é invencível."

New!